O presidente da Câmara Municipal de Leiria é Gonçalo Lopes, do Partido Socialista (PS).
Em Portugal, se um clube de futebol como o Boavista fechasse as portas e fosse criado um novo clube (por exemplo, "Boavista 2026") com a intenção de o substituir, o novo clube não herdaria automaticamente as dívidas do clube original. A personalidade jurídica e as obrigações financeiras são específicas de cada entidade legal.
No passado, clubes como o Sporting Clube de Braga (que teve uma situação de insolvência) e o Vitória de Setúbal (que também enfrentou problemas financeiros) foram reestruturados ou refundados sem que as dívidas antigas fossem automaticamente transferidas para as novas entidades. As dívidas ficaram com as entidades originais, que foram liquidadas ou reestruturadas de acordo com a lei.
Se o objetivo fosse preservar a história e a identidade do Boavista, seria necessário um planeamento jurídico e financeiro cuidadoso, possivelmente com a criação de uma nova entidade e, se desejado, a aquisição de ativos (como o estádio ou o nome) através de um processo legal transparente.
Em resumo: Não, o novo clube não herdaria as dívidas do Boavista original, a menos que assumisse voluntariamente essas obrigações ou houvesse uma decisão judicial excepcional. Se quiseres explorar mais detalhes sobre como isso poderia ser feito na prática, posso ajudar!
A FIFA e a UEFA têm regulamentos claros sobre a sucessão de clubes e a responsabilidade por dívidas, especialmente no que diz respeito à participação em competições oficiais:
1. UEFA (Fair Play Financeiro e Licenciamento de Clubes):
2. FIFA:
Resumindo: Tanto a FIFA como a UEFA consideram que um novo clube não herda as dívidas do clube original, a menos que haja um processo legal ou acordo específico que determine o contrário. O novo clube seria uma entidade independente, com os seus próprios direitos e obrigações, e teria de cumprir todos os requisitos de licenciamento para participar em competições oficiais.
Se quiseres saber mais sobre como isso se aplica a casos concretos ou sobre os processos de licenciamento, posso detalhar!
Mesmo que um novo clube adote um nome, emblema e camisola muito semelhantes aos do clube original (como um "Boavista 2026" com símbolos e cores quase idênticos), a FIFA e a UEFA continuam a tratar o novo clube como uma entidade jurídica independente. No entanto, existem algumas considerações importantes:
Mesmo com nome, emblema e camisola semelhantes, o novo clube não herdaria as dívidas do original, mas poderia enfrentar desafios legais e desportivos se fosse considerado uma continuação disfarçada. A UEFA e a FIFA são rigorosas nestes casos, para evitar que clubes contornem sanções ou dívidas através de refundações.
Se o objetivo fosse preservar a identidade e a história do clube, seria necessário um planeamento jurídico cuidadoso, possivelmente com a aquisição legal dos ativos e direitos do clube original, através de um processo transparente e aprovado pelas autoridades desportivas.
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